
O rio, que nos dá alimento, lazer e uma paisagem de sonho, hoje transborda das suas margens e invade campos, ruas, casas e transforma a nossa vida.
O rio que é imagem e marca do festival mais saboroso da região, condiciona, em 2026, a realização do nosso Festival do Arroz e da Lampreia - sabores do campo e do rio.
Um festival que tem o campo, o rio, os sabores, as gentes e a identidade do Baixo Mondego como baluartes não pode realizar-se quando todos esses símbolos estão em risco.
Agora é hora de centrarmos a nossa garra, a nossa força e a nossa energia, aquela que o Baixo Mondego, os campos e o rio nos imprimiram, para a prevenção e para a recuperação.
Vamos renascer com ainda mais força. Não somos de baixar os braços. E andamos de mangas arregaçadas a cuidar, todos os dias, da nossa população, do nosso território e do que nos faz maiores.
Este não vai ser o ano do Festival do Arroz e da Lampreia. Mas os nossos sabores vão continuar andar na boca do mundo.
Voltamos em 2027 com os sabores mais reconfortantes, os nossos. E com forças redobradas: as de um território que cuida de si e dos seus.