O Município de Montemor-o-Velho adquiriu uma viatura para recolha de seletiva de resíduos verdes, num investimento de cerca de 95 mil euros, comparticipado em 75% por fundos comunitários, no âmbito da candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), "Montemor-o-Velho e Biorresíduos".

A nova viatura, equipada com grua e pinça, vai permitir recolher os resíduos verdes urbanos provenientes das limpezas e manutenções de jardins, reduzindo a sua incorreta colocação nos contentores de lixo e contribuindo para a reutilização e reciclagem de resíduos biodegradáveis.
Com o serviço de recolha seletiva de resíduos verdes do Município de Montemor-o-Velho, os Munícipes podem reciclar os resíduos verdes que produzem nos jardins, como aparas, troncos, ramos, relvas e ervas, encaminhando-os gratuitamente, mediante requerimento disponível em www.cm-montemorvelho.pt ou contacto telefónico através do 239 687 300.


Recorde-se que a candidatura do Município de Montemor-o-Velho “Montemor-o-Velho e os Biorresíduos” foi aprovada no âmbito do POSEUR, representando um investimento municipal de 660 mil euros, cofinanciado a 75% por aquele programa comunitário.
Com esta operação, o Município pretende dotar todo o concelho de Montemor-o-Velho de um serviço de recolha seletiva de Biorresíduos, com vista à valorização dos resíduos alimentares e dos resíduos verdes, assumindo abordagens diferenciadas em função da área a servir, dos produtores de resíduos e das tipologias de resíduos a recolher.

Para além de aproveitar o enorme potencial de valorização dos resíduos alimentares, que constituem uma parte muito significativa dos resíduos urbanos, representando cerca de 40% de todos os resíduos urbanos recolhidos no concelho, o projeto aprovado pretende ainda dar cumprimento à obrigatoriedade de implementação da recolha seletiva de Biorresíduos até ao final de 2023.
De sublinhar que os novos documentos de referência - como o PERSU (Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos) 2020+, o Pacote dos Resíduos ou a Diretiva dos Plásticos - introduzem metas acrescidas para a gestão dos Biorresíduos.
Paralelamente, a operação "Montemor-o-Velho e os Biorresíduos" pretende ainda desenvolver ações de educação ambiental e de sensibilização para a necessidade de recolher seletivamente os Biorresíduos e de os valorizar.

Esta é mais uma ação desenvolvida pelo Município de Montemor-o-Velho em prol da proteção, sustentabilidade e valorização ambiental do concelho, que reconhece os resíduos como um recurso, que deve ser valorizado e reutilizado, garantindo uma maior eficiência e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida de todos os munícipes.



Informações complementares:
A operação "Montemor-o-Velho e os Biorresíduos" visa dotar todo o concelho de um serviço de recolha seletiva de Biorresíduos, que serão posteriormente encaminhados para valorização.
A Operação integra a estratégia de longo prazo do Município de Montemor-o-Velho para o setor dos resíduos e contribui para um conjunto vasto de objetivos, sendo de destacar:
- Dotar todo o concelho de um serviço de recolha seletiva de BIORRESÍDUOS;
- Assegurar a valorização dos BIORRESÍDUOS recolhidos seletivamente no concelho;
- Otimizar o funcionamento das instalações de valorização de BIORRESÍDUOS (compostagem) da ERSUC;
- Educar e sensibilizar a população e restantes partes interessadas para a necessidade de recolher seletivamente os BIORRESÍDUOS e de os valorizar;
- Criar condições para que o Município possa cumprir a obrigatoriedade de recolher seletivamente os BIORRESÍDUOS até 31/12/2023;
- Contribuir para as metas nacionais e regionais no âmbito da gestão de resíduos, definidas no PERSU 2020 e no PERSU 2020+, com particular destaque para as metas de preparação para reutilização e reciclagem e de deposição de RUB;
- Contribuir para as metas definidas no Pacote de Resíduos, nomeadamente, na Diretiva (UE) 2018/851, com particular destaque para as metas de recolha seletiva e reciclagem de BIORRESÍDUOS.

Informa-se que, no que respeita à poluição atmosférica pelo ozono, foram registados valores de concentração de ozono superiores a 180 μg/m³ (microgramas de ozono por metro cúbico de ar), sendo expectável que a situação se mantenha durante este episódio de onda de calor.
 
Assim, na medida em que os valores de concentração registados podem provocar danos na saúde humana, especialmente nos grupos mais sensíveis da população (crianças, idosos, asmáticos, alérgicos e indivíduos com outras doenças respiratórias ou cardíacas) recomenda-se que:
  • reduza ao mínimo a actividade física intensa no exterior (sobretudo ao ar livre);
  • evite outros factores de risco, tais como fumar ou utilizar/contactar com produtos irritantes contendo solventes na sua composição (ex. gasolina, tintas e vernizes);
  • respeite rigorosamente tratamentos médicos em curso;
  • recorra a cuidados médicos, em caso de agravamento de eventuais sintomas.
 
A exposição a este poluente afeta, essencialmente, as mucosas oculares e respiratórias podendo o seu efeito manifestar-se através de sintomas como tosse, dores de cabeça, dores no peito, falta de ar e irritações oculares.
 
Para mais informação, consulte o Portal QualAR disponível em: https://www.cm-montemorvelho.pt/index.php/2-uncategorised/497-portal-qualar
A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) atualizou a Zona Demarcada para Trioza Erytreae, com a publicação do Despacho nº 53/G/2021 de 8 de outubro. Consulte a lista das freguesias que integram esta zona e conheça as medidas de proteção fitossanitária adicionais destinadas à erradicação no território nacional deste inseto de quarentena.
 
A Trioza Erytreae, também designada como psila africana dos citrinos, é transmissora da bactéria Candidatus Liberibacter spp., agente causal da doença de Huanglongbing, causando estragos graves em espécies como a laranjeira, o limoeiro, a tangerineira, ou a limeira, e em algumas ornamentais.
 
 
Os Municípios de Coimbra, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz assinaram ontem, dia 3 de agosto, o contrato de delegação de competências para a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra avançar com a Ciclovia do Mondego, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro do Ambiente e da Ação Climática.
 
Com uma extensão global de 44 km cicláveis, a Ciclovia do Mondego vai ligar a Figueira da Foz a Coimbra, passando pelo concelho de Montemor-o-Velho.
A empreitada que deverá ser lançada até ao final do ano, vai aproveitar e potenciar todo o vale do Mondego, num investimento global previsto de 3,5M€, que conta com financiamento comunitário. 
 
Em Montemor-o-Velho, a Ciclovia do Mondego tem início na Estação Elevatória de Foja, passa pela Frente Ribeirinha, em Montemor-o-Velho, seguindo junto ao Centro Náutico de Alto Rendimento até Pereira, onde faz a ligação ao concelho de Coimbra.
 
 
 
 
 
Fotografias: @Município de Coimbra e @Notícias de Coimbra
Opte por lâmpadas de baixo consumo. Apesar de terem um custo mais elevado que as lâmpadas convencionais, as lâmpadas com eficiência energética consomem aproximadamente menos 80% de energia e a sua duração de vida é entre 6 a 8 vezes superior!
 
Quando as suas lâmpadas chegarem ao fim de vida, apesar de estas serem de vidro, não as deposite no vidrão. Entregue-as nos locais de recolha de REEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos).
 
Fonte: APA, segundo estudos realizados - www.ewwr.eu
 
10 anos para restaurar o planeta. Cada ação é importante, todos os dias.
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Neste dia internacional sem sacos plásticos, alertamos para a necessidade de reduzir o uso do plástico. Sabia que se estima que, até ao ano de 2050, haverá mais plástico nos oceanos do que peixe?

Comeria um pedaço de garrafa plástica? Provavelmente não, mas o plástico, infelizmente, já entra na nossa cadeia alimentar... Os pedaços de plásticos, partículas quase invisíveis conhecidas como microplásticos, quando chegam aos oceanos não se decompõem completamente e permanecem nos mares. Os peixes e outros animais marinhos não conseguem distinguir os microplásticos de plantas e plâncton ingerindo, muitas vezes, plástico.  Assim, quando comemos peixes, comemos também o plástico ingerido por eles. 

É possível viver sem plásticos!  Reutilize, recicle, reduza o seu uso de plástico e assuma o seu compromisso!

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Opte por veículos mais eficientes! 

No caso de estar a pensar trocar de carro, analise as ofertas do mercado para veículos elétricos ou híbridos. Além de não ter de pagar tantos impostos, como os que pagaria com um carro a gasóleo ou gasolina, estará a reduzir os gases de efeito de estufa. 

No Município de Montemor-o-Velho existem dois pontos de carregamento elétricos, um em Pereira já inserido na Rede Mobi.e, e outro em Montemor em fase de ligação à Rede Mobi.e. O Município está ainda a trabalhar para aumentar o numero de postos de carregamento elétrico no Concelho.

 


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RSU no lugar certo!

 

Deposite os RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) nos contentores apropriados:

  • papel e cartão no contentor azul;
  • plástico e metal no contentor amarelo;
  • vidro no contentor verde;
  • resíduos indiferenciados nos contentores para eles disponibilizados.

Ao colocar os resíduos no lugar certo está a promover a redução do consumo de matérias-primas virgens, energia e água.

 

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Não abandone o seu MONO/MONSTRO!
 
Antes de se desfazer dos monos questione-se se vale a pena serem recuperados ou se os pode oferecer a alguém.
 
Caso as opções anteriores não sejam a solução, para se desfazer dos seus monos (mobílias, colchões, entre outros) contacte os Serviços de Ambiente do Município de Montemor-o-Velho para agendar a recolha dos mesmos. Lembre-se que o abandono destes materiais constituem uma fonte de perigo para o ambiente!
 
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Plante árvores!
 
Plante árvores que forneçam sombra no Verão e permitam a entrada de sol no inverno. As árvores de folha caduca permitem obter sombra apenas no Verão, sem comprometer a iluminação natural.
 
Na hora de escolher o que plantar, opte por espécies autóctones (espécies da flora local), estas estão mais adaptadas ao nosso clima e solo e necessitam de menos água no verão.
 
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