A Ereira viveu, este domingo, dia 31 de julho, uma tarde inesquecível dedicada ao folclore, à etnografia e à cultura concelhia.
O regresso do FolcloEreira, após dois anos de pandemia, ficou marcado pelo reencontro de seis grupos folclóricos de diferentes freguesias do concelho de Montemor-o-Velho no III Festival de Folclore Concelhio. Junto ao Esteiro da Ereira, o Rancho das Cantarinhas Flores das Tricanas de Abrunheira, o Rancho Folclórico da Carapinheira, o Rancho Folclórico do Centro Beira Mondego de Santo Varão, o Grupo Folclórico da Vila de Pereira, o Rancho Folclórico e Regional do Seixo e o Grupo Folclórico da Associação Cultural Desportiva e Social (ACDS) da Ereira voltaram a encantar o muito público presente.
 
Na ocasião, o vereador da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Décio Matias, deu os parabéns ao Grupo Folclórico da ACDS da Ereira por fazer novamente este encontro concelhio: "Assistir às atuações dos grupos folclóricos e ver as nossas tradições aqui representadas num palco como este é, sem dúvida, uma grande alegria para todos."
 
Com palavras de agradecimento e emoção, Fernando Curto, presidente do Grupo Folclórico da ACDS Ereira, revelou que "este foi o ano zero para o grupo e é um orgulho tremendo voltar a trabalhar, a ensaiar, a conviver, a partilhar e a dançar". Falando do III Festival de Folclore Concelhio de Montemor-o-Velho, Fernando Curto sublinhou que "é um projeto para continuar pois é uma forma de unir os grupos do concelho e mostrar a nossa cultura através do folclore".
 
Também o presidente da Junta de Freguesia da Ereira, Vasco Martins, deixou palavras de elogio ao Grupo Folclórico: "é uma mais valia que muito honra a freguesia e que leva o nome da Ereira além fronteiras".
 
O FolcloEreira marcou o início dos festejos em honra de Nossa Senhora do Rosário que, no sábado, já tinham contado com uma garraiada e um jantar convívio e a atuação do grupo Wave. As festas continuam nos dias 12, 13 e 14 de agosto.
A Junta de Freguesia de Liceia assinalou, na tarde de domingo, dia 31 de julho, o Dia Mundial dos Avós com um momento muito especial: a apresentação do livro de Lurdes Breda, com ilustrações de Tânia Clímaco, "Eh pá, não sejas coca-bichinhos!".
 
O vereador da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Décio Matias, elogiou a iniciativa da Junta de Freguesia de Liceia, que "juntou avós, netos, pais e amigos num convívio intergeracional em torno das fantásticas histórias da Lurdes Breda".
 
Também Joaquim Martinho, presidente da Junta de Freguesia de Liceia, e Carlos Fernandes, da Editora Hora de Ler, deixaram palavras de incentivo e de agradecimento à escritora Lurdes Breda.
 
Ao apresentar o livro da sua conterrânea, Telma Simões afirmou que "é uma honra para Liceia ter uma escritora como a Lurdes" e, ao desvendar algumas "expressões bichosas", salientou que o "Eh pá, não sejas coca-bichinhos!" pode ser uma oportunidade para aprofundar as relações entre avós e netos e para brincar.
 
A escritora Lurdes Breda revelou que o livro, que é também um pequeno dicionário, é "uma expedição à descoberta de preciosos tesouros da Língua Portuguesa, escondidos pelos locais mais extraordinários do reino animal". Para além de "preservar no tempo um rico património da língua e da cultura portuguesa", o Coca-bichinhos é também um "brinquedo em forma de papel", que "chama a si a família, incita ao brincar, à partilha, à cumplicidade e, sobretudo, aos afetos".
 
Com mais de 30 livros editados em Portugal, no Brasil e em Moçambique, Lurdes Breda conta já com cinco livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura (PNL). É o caso de "O Alfabeto Trapalhão", "A árvore mágica", "Contar histórias com a avó ao colo", "100 papas na língua" e "Crónicas de um Bufão na corte de Dom João".
 
A iniciativa contou ainda com momentos musicais com Carolina Fernandes.
O entardecer no Castelo de Montemor-o-Velho ganhou, este domingo, dia 31 de julho, novas cores, sorrisos e sons com a atuação da Academia Musical Arazedense (AMA) e da Associação Filarmónica 25 de setembro.
 
Com palavras de elogio e incentivo ao jovens músicos/as das filarmónicas que esta tarde deram música ao público presente no Castelo, o vereador da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Décio Matias, sublinhou a importância de dar a conhecer as bandas filarmónicas e a cultura do concelho.
 
Promovida pelo Município de Montemor-o-Velho, a iniciativa realizou-se no âmbito da programação cultural regular “Castelo Sente". Em agosto, o Castelo volta a sentir o artesanato, a criatividade, a natureza e a etnografia com uma programação que pretende proporcionar aos/às visitantes diversas formas de sentir e viver a cultura e o património.
 
O Castelo de Montemor-o-Velho está aberto diariamente, entre as 10h e as 18h30.
A entrada é livre.
Este domingo, dia 17 de julho, Arazede voltou a receber a magia do folclore do mundo com o Folk Cantanhede.
As atuações do Rancho Folclórico Amores Perfeitos, da Associação Cultural Recreativa e Desportiva (ACRD) do Bebedouro, dos Twin Arts Visual, do Burundi, do Grupo Folclórico INA da Polónia e do Grupo Krida Budaya da Indonésia proporcionaram um serão repleto de música e dança que celebrou as culturas do mundo através do folclore e surpreendeu o muito público presente no adro da Igreja Matriz de Arazede.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, José Veríssimo, deixou palavras de agradecimento ao Grupo Folclórico Cancioneiro de Cantanhede por "esta iniciativa cultural de excelência, que é um exemplo de parceria com a Junta de Freguesia de Arazede, e que, com grande alegria e orgulho, voltamos a receber no concelho de Montemor-o-Velho".
 
Recorde-se que o Folk Cantanhede está inserido no Conselho Internacional das Organizações de Festivais de Folclore e Artes Tradicionais, Organização Não Governamental com relações formais com a UNESCO, e decorreu de 9 a 17 de julho.
O Paço das Infantas, no Castelo de Montemor-o-Velho, foi o palco do primeiro concerto do ciclo Património com Música, do projeto intermunicipal O Rio que nos une, este domingo, dia 29 de maio.
Os sourenses The Funky Turtles trouxeram as sonoridades do jazz, dos blues e da soul e proporcionaram um final de tarde animado num cenário pleno de História e estórias.
 
“O nosso território está repleto de talento e é com um particular regozijo que proporcionamos momentos culturais em rede, associados a espaços patrimoniais de grande valor, como é o caso do Castelo de Montemor-o-Velho, criando uma programação diferenciadora e capaz de atrair novos públicos”, referiu Nuno Gonçalves, chefe do Gabinete de Apoio à Presidência da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, no decorrer da iniciativa.
 
O ciclo de concertos, que integra a programação cultural em rede O Rio que nos une, a decorrer nos Municípios de Soure, Montemor-o-Velho e Figueira da Foz, vai levar artistas locais a espaços patrimoniais dos concelhos que integram o projeto.
Já no próximo sábado, dia 4 de junho, o projeto montemorense “O Nosso Fado” estará em Soure. As vozes de Sara Travassos e Cláudio Dias vão-se fazer ouvir no Castelo de Soure, às 21h30.
Dia 16 de junho é a vez da Praça do Forte, na Figueira da Foz, receber o concerto dos Baluarte. Os Sax&Companhia atuam dia 30 de julho no Castelo de Soure.
 
O ciclo de concertos Património com Música regressa a Montemor-o-Velho no dia 2 de julho com os EmCantus a prometerem mais um final de tarde musical no Castelo.
Montemor-o-Velho esteve hoje em destaque na BTL - Bolsa de Turismo de Lisboa.
 
Na maior feira de turismo do País, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, deixou o convite ao público presente para visitar o concelho e descobrir, com calma e tranquilidade, os caminhos, a natureza, os sabores, o património, a cultura e as gentes de Montemor-o-Velho.
 
No auditório do stand da CIM Região de Coimbra foi ainda apresentado um filme promocional que pretende desafiar os visitantes da BTL a descobrirem Montemor-o-Velho, com especial destaque para o património cultural, histórico, gastronómico, natural e desportivo do concelho.
 
O projeto Birdwatching no Paul do Taipal foi outro dos pontos de relevo do momento dedicado a Montemor-o-Velho com Luís Leitão, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a explicar a importância daquela zona húmida para a região e para o País.
 
O momento de degustação da doçaria conventual e tradicional e de produtos endógenos do concelho fechou da melhor forma (e mais saborosa) a apresentação do Município de Montemor-o-Velho.
 
Recorde-se que até amanhã, dia 20 de março, o Município está presente na BTL 2022, integrando o stand da CIM Região de Coimbra, no pavilhão 2.
Este domingo, a Região Europeia da Gastronomia 2021-2022 estará em destaque. O arroz Carolino do Baixo Mondego é um dos 14 produtos da região que promete surpreender os visitantes.
 
 
O Festival do Arroz e da Lampreia abriu hoje portas para mais uma intensa e apurada viagem pelos sabores do campo e do rio.
 
Esta tarde, na inauguração da tenda do festival mais saboroso da região, o presidente da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, Emílio Torrão, sublinhou: “O arroz Carolino do Baixo Mondego está aqui de novo a ser celebrado, potenciado, divulgado e, sobretudo, a afirmar esta grande região que é o Baixo Mondego”.
 
Ao transmitir “uma imensa alegria”, por se poder “voltar a afirmar a nossa liberdade”, a apesar deste ano “a lampreia andar um pouco fugidia”, o edil montemorense reiterou: “Este é um evento que, a par de outros nesta grande comunidade intermunicipal, marca a afirmação dos nossos produtos endógenos”, frisou.
 
Na sessão de abertura do festival, as intervenções assinalaram o regresso do festival ao modo presencial, mas também deixaram palavras de solidariedade para com o povo ucraniano.
 
Assim, o presidente da Assembleia Municipal, Fernando Ramos, disse: “hoje, não podemos ignorar em que estamos numa pandemia em que o agente causal não está a jogar à defesa mas ao ataque” e, por isso, “eu queria que olhassem para o meu laço preto e amarelo [com a cores do concelho] e vissem azul e a amarelo [as cores da bandeira da Ucrânia]”.
 
A festa da gastronomia continuou com a visita da comitiva de convidados às tasquinhas do festival e aos diversos stands.
 
O serão musical esteve a cargo de Mickael Salgado e de Jorge Guerreiro, que animaram o muito público presente.
 
Até 20 de março, venha a Montemor-o-Velho apreciar os sabores do campo e do rio.
 
 
Saiba mais sobre o festival em www.festivalarrozlampreia.pt
A tarde de sábado, 26 de fevereiro, foi de encontros, emoções e inspiração na Biblioteca Municipal Afonso Duarte (BMAD), em Montemor-o-Velho.
Dezenas de pessoas encheram o auditório da BMAD para assistir à apresentação do primeiro livro de Ana Pinto, "Encontra-te". Um livro que é, nas palavras da autora, uma "compilação de pensamentos" sobre "a montanha russa que é a vida", um "manual da esperança" para "encontrar a atitude, a luz, os outros", para um "Encontra-te".
 
Sublinhando a "capacidade da Ana, das suas palavras e da literatura de nos envolver e nos fazer esquecer dos problemas que hoje todos nós atravessamos como cidadãos da Europa", Diana Andrade, vereadora da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho, descreveu o livro como "uma ode à resiliência interior" e, simultaneamente, "um memorial, um eternizar do amor em palavras".
Elogiando a dedicação e a entrega da autora para com as pessoas do Município de Montemor-o-Velho "que escolheu como sua casa não apenas para aqui morar mas também para apresentar este livro", Diana Andrade referiu ainda: "Aguardamos pelo próximo livro para enchermos de novo esta sala".
 
Cristina Felizardo, que escreveu o prefácio do livro, recordou o dia em que conheceu Ana Pinto, "a fazer caretas como este", e falou dos muitos encontros, caminhos e partilhas de descoberta. Foi um orgulho "testemunhar esta maravilhosa transformação" que agora se encontra num livro, e deixou um desafio para que todos "se deixem contagiar pela luz da Ana".
 
Editado pela Cordel D'Prata, "Encontra-te" revela, ao longo dos seus poemas, "num poema a tristeza, a desilusão, a dificuldade, noutro a esperança, a alegria, a mudança e a conquista", o caminho de Ana Pinto, dos vários encontros até se encontrar.
 
 
 

 

De 2 a 30 de dezembro, o Castelo de Montemor-o-Velho foi o palco da magia de Natal, onde se desembrulharam os melhores presentes do mundo: momentos inesquecíveis vividos em família e entre amigos. 

Imensos miúdos e graúdos tiveram a oportunidade de fazer esta viagem ao sonho de Natal nas 84 horas de espetáculos e animação, nas muitas diversões e atividades e claro, com muita neve à mistura, na companhia das mascotes Nico, Infanta D. Teresa, Fernão, Abade, lontra Morinha e o bem disposto Pai Natal!

Para além das mascotes do Castelo Mágico, o maior parque temático de Natal no coração de Portugal recebeu de braços abertos os animados SpongeBob e a Patrulha Pata, que juntos com a Catarina Perez, distribuíram muitos sonhos e sorrisos que ficarão eternizados no canal Nickelodeon.

Mas as surpresas não se ficaram por aqui! 

Depois de dar uns trambolhões na pista de gelo, de sentir a adrenalina no slide e dar voltas e voltas de felicidade no carrossel Mágico, miúdos e graúdos puderam assistir ao vivo aos concertos acústicos de Alberto Índio, Mico da Câmara Pereira e José Cid 

A RTP (Aqui Portugal) e a SIC (Domingão) também invadiram o nosso Castelo e mostraram ao país e ao mundo toda a magia e alegria vivida dentro das muralhas. 

E como será em 2022? Terá ainda mais surpresas e novidades!

Vamos "falando" ao longo do ano!!! 

 

 

 

 

Aproxima-se uma das épocas mais mágicas do ano e Montemor-o-Velho prepara-se para uma nova e inesquecível viagem ao sonho de Natal.
Neste sentido, o Castelo de Montemor-o-Velho estará com acesso limitado entre os dias 15 de novembro de 2021 e 15 de janeiro de 2022 para preparar o maior parque temático de Natal da região Centro.
O Nico e os seus amigos estão radiantes e já contam os dias para voltar ao Castelo Mágico! As portas ao sonho e à imaginação abrem a 2 de dezembro e, até lá, a azáfama vai ser grande para receber pequenos e graúdos nesta viagem única à magia do Natal.
 
Recorde-se que o Castelo Mágico é um evento sujeito ao pagamento de entrada, pelo que o Castelo não poderá ser visitado de forma livre e gratuita, conforme é habitual.
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